Conheça os 8 medicamentos mais caros do mercado

8 medicamentos mais caros do mercado que você não vai acreditar que existem

Conheça os remédios que podem salvar vidas, por um preço alto


 O preço da saúde e dos remédios

Você já foi a farmácia e viu um medicamento com aquele preço alto? Então você precisa conhecer o remédios mais caros do mercado.

É uma situação comum do nosso dia a dia, ir à farmácia com prescrição médica para comprar remédios.

É comum também o susto que se leva ao ver os preços dos medicamentos, que parecem ser absurdos.

Entretanto, nada se compara aos medicamentos que listaremos agora, que com certeza irão te surpreender.

Começando do mais “barato” ao mais caro.

  • alguns do remédios (Alfagalsidase )

Conhecido popularmente por Fabrazyme, é utilizado no tratamento da doença de Fabry, uma doença rara que afeta pouquíssimos no mundo.

A doença é progressiva, ou seja, afeta diversos órgãos com o passar do tempo, se manifestando de maneira diferente em homens e mulheres.

Entre os principais sintomas estão, tontura constante, problemas auditivos, manchas vermelhas na pele, insuficiência renal, dores nas extremidades.

As complicações podem se agravar ainda mais quando o diagnóstico é tardio, causando problemas cardíacos, digestivos e incapacidade de suar.

Os remédios são  para a reposição da enzima lisossômica chamada alfa-galactosidase e custa cerca de R$ 8 mil (Replagal) até R$ 17 mil (Fabrazyme).

São necessárias cerca de oito doses dos remédios  por mês, para evitadores e complicações.

É estimado que o paciente gaste por volta de R$ 250 mil por ano.

Considerado o mais barato entre os medicamentos mais caros do mercado.

  • Myalept

Esse medicamento é prescrito para aqueles que precisam tratar a deficiência de Leptina em casos de lipodistrofia congênita ou adquirida.

Os remédios são composto por Metreleptin que é responsável por ativar o receptor de Leptina.

O hormônio serve para ativar o sistema nervoso e “mostrar” para ele o estado das reservas de energia do corpo.

A falta desse hormônio causa uma grande perda de tecido adiposo, sendo assim, o consumo de calorias pode ser excessivo.

O medicamento é líquido e injetável, a injeção deve ser feita 1 vez por dia, na mesma hora, de preferência.

Esse é o segundo colocado no ranking de medicamentos mais caros do mercado, chegando a custar cerca de R$ 500 mil por ano.

  • Naglazyme

Naglazyme é indicado para o tratamento daqueles que são diagnosticados com mucopolissacaridose tipo VI.

A doença, também conhecida como MPS 6 é causada por erros no metabolismo, resultando em complicações nos ossos e articulações. 

Dessa forma, o crescimento é comprometido, fígado e baço aumentam de tamanho e córneas podem ficar opacas.

O medicamento é intravenoso, ou seja, injetado diretamente no paciente uma vez por semana.

O custo anual por paciente é de quase R$ 1,15 milhão.

  • Soliris

Chegando a atingir a primeira posição do ranking de medicamentos mais caros do mercado em 2010, o Soliris é usado no tratamento de uma doença sanguínea chamada de HPN (Hemoglobinúria Paroxística Noturna).

Nessa doença os glóbulos vermelhos ocasionalmente são destruídos pelo sistema do complemento, o que pode levar a anemia, fadiga, coágulos, falta de ar e etc.

Soliris é considerado um anticorpo monoclonal, ligando-se e inibindo uma proteína que faz com que o organismo destrua células sanguíneas.

O preço do medicamento, em estimativa anual por paciente é de R$ 1,16 milhão.

  • Elaprase

Parecido com o medicamento Naglazyme, serve para tratar a mucopolissacaridose, mas a MPS 2.

Trata-se de uma doença rara que afeta o cromossomo X, afetando principalmente o sexo masculino (1 a cada 162.000 homens).

É causada devido a enzima ausente ou deficiente, a I2S, o que acumula células de glicosaminoglicanos nas células do corpo.

Os sintomas são graves, como: Perda de audição, função cardíaca defeituosa, baixa estatura, cabeça grande, mãos em garra e aumento de abdômen.

O custo anual estimado para o paciente é de cerca de R$ 1,18 milhão.

  • Translarna

Translarna ou Ataluren é utilizado no tratamento da doença DMD (Distrofia Muscular de Duchenne).

É uma doença muscular que se dá caso o organismo não consiga produzir uma proteína fundamental para o funcionamento muscular.

Distrofina é a proteína responsável manter as fibras musculares saudáveis, sua inexistência leva a necrose dessas fibras, sendo substituídas por tecido adiposo.

Os primeiros sintomas aparecem cedo, ainda na faixa de idade dos 2 anos, com dificuldades ao andar, panturrilha volumosa e dura, atrasos de linguagem e dificuldade na aprendizagem.

Estima-se que o custo anual por paciente seja cerca de R$ 1,3 milhão.

  • Juxtapid

Entretantoo nível de colesterol é altíssimo, herdada da doença HFHO (Hipercolesterolemia Familiar Homozigótica).

O diagnóstico normalmente é dado graças a uma combinação dos sintomas físicos, histórico familiar e exames médicos.

O sintomas físicos são: Manchas e xantomas (caroços amarelados gordurosos e ricos em colesterol) na pele.

Anel esbranquiçado na córnea do olho, dores no peito, fadiga constante e arritmia também podem ser sintomas dessa doença.

Além dos sintomas que são visíveis existem os que só podem ser detectados pelo exame de sangue.

O custo médio anual, por paciente, pode ser de até R$ 1,5 milhão.

  • Zolgensma 

E o último da lista dos medicamentos mais caros do mercado é o Zolgensma, usado para tratar a AME.

A AME (Atrofia muscular espinhal) é uma doença rara, caracterizada pela degeneração, hereditária, passada dos pais aos filhos.

Interfere na capacidade de produzir proteínas para manter os neurônios motores da medula espinhal e tronco cerebral funcionando.

Sendo assim, os movimentos são debilitados, com fraqueza muscular constante e que só piora com o tempo e atrofia muscular.

Dentre outros sintomas e sinais estão: a incapacidade de engolir, segurar a cabeça, respirar e se movimentar.

A AME tipo 1 é considerada a mais grave, com a expectativa de vida do paciente que não ultrapassaria os 2 anos.

Mas, com o novo medicamento desenvolvido pela empresa estadunidense, é possível que os sintomas sejam reduzidos.

Existem relatos de bebês que conseguiram sentar, falar e caminhar, sem apoio. Entretanto, o melhor é que esses remédios só são aplicado uma única vez.

Com 4 anos de diferença, os remédios ainda tem seu efeito

desejado, dando qualidade de vida para aqueles que precisam.

Mas o preço é muito alto, obviamente, chegando a custar US$ 2,1 milhões, o que são R$ 8,4 milhões.

Enfim, gostou da nossa lista? Já conhecia algum desses medicamentos? Comente aqui n0 POP Cartão!

Compartilhe esse conteúdo com seus amigos e curta nosso perfil nas redes sociais.

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

NOVO CARTÃO POP SAÚDE

endoscopia pode tomar água

Endoscopia: pode beber água?

Tudo o que você precisa saber para se preparar antes de uma endoscopia Endoscopia: Pode beber água? Pode continuar tomando remédios? Entenda mais sobre o

Leia mais »

Médicos particulares a preços populares

handok

Deixe um comentário